SONHAR. DETERMINAR.TOMAR ACÇÃO. MUDAR O MUNDO. SALVAR O PLANETA. CUIDAR DO CORPO E DA ALMA.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
OS «MUST HAVE» CÁ DE CASA ou coisas que gosto de ter e que servem para quase tudo
- Laranjas
- Mel
- Limão
- Curcuma (Turmeric)
- Salsa
- Óleo de Côco
- Pasta de Sésamo
- Levedura de Cerveja
- Sementes de Chia
- Chá verde e outros
- Iogurte
- Arroz integral
- Aveia
- Gomásio
- Humous
- Malagueta verde
- Legumes vários, cores várias, fruta, pão, massa e (pouco) peixe.
- Bicarbonato de sódio
- Sabão azul e branco -clássico, barra enorme
- Óleo essencial de Alfazema
- Óleo de cedro
sexta-feira, 17 de julho de 2015
ÁRVORE: CARVALHO
«O
carvalho-português, também conhecido por carvalho-cerquinho, é uma árvore que
pode alcançar um grande porte, atingindo até 25 m altura. É uma espécie
marcescente, que perde grande parte das suas folhas no Outono e Inverno, embora
os indivíduos ou rebentos jovens conservem frequentemente folhas verdes durante
este período. Na Primavera reconstitui a sua folhagem e floresce (Abril-Maio).
Os frutos são bolotas, como em todas as espécies de carvalhos, que amadurecem e
caem no Outono (Setembro-Outubro).
Ocorre na região mediterrânica ocidental,
estando presente na maior parte da Península Ibérica, excepto no noroeste.
Existem três subespécies de carvalho-português em Portugal continental,
nomeadamente o Quercus faginea broteroi(que ocorre predominantemente no litoral
Oeste Centro e Sul do país), o Q. f. faginea (norte e centro interior) e o Q.
f. alpestris (Barrocal Algarvio). O carvalho-português dá-se em todo o tipo de
solos e as diferentes subespécies ocorrem quer em climas suaves e húmidos de
influência oceânica, como em climas continentais com fortes contrastes de
temperatura e humidade. Pode ser encontrado desde o nível do mar até 1900 m de
altitude.
As bolotas do carvalho-português são um bom
alimento para o gado e fornecem alimento para um grande número de animais
durante o Outono e Inverno. A sua madeira é boa para a construção, e também
para lenha e carvão. Os bugalhos (provocados pela picada de um insecto do
géneroCynips) são usados para extracção de taninos, outrora bastante apreciados
na indústria de curtumes, ou utilizados em infusão com fins medicinais como
cicatrizante ou anti-séptico.».
Texto: Plantar Uma Árvore, on-line
Fotos: http://pt.forwallpaper.com/
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LIVRO
Sendo deste sempre uma apaixonada pela Literatura, gostei, desde que me conheço, também muito de casas.
Esse amor, vi-o recentemente nos meus «dossiers» da Primária, onde desenhava sempre uma casa, nunca igual e nunca "normal". Aparecem de todos os tamanhos e feitios, mesmo nas páginas destinadas só a textos. Dentro das casas vivem histórias e quem habita as histórias e as casas? As pessoas.
Julgo que os nossos abrigos, mesmo para quem muda de casa frequentemente, são importantes Porque nos recebem -sempre - e aos nossos amigos. Porque nos inspiram. Porque abrigam os nossos sonhos e neles descansamos das nossas lutas e carregamos as baterias necessárias para prosseguir. Estes abrigos são para muitos uma estrada, uma rua ou um beliche. Mas essa é outra história que não esta. São abrigos. São as casas.
Assim, não foi pela forma como está escrito este livro que ele me conquistou. Uma edição talvez mais cuidada ou essa intenção por parte do autor tornaria o livro com menos páginas. Na minha opinião existe muita informação repetida, o que faz sentido quando se escreve para rádio ou televisão, mas não quando se pode voltar atrás e ler outra vez. Mas se há desperdício de páginas e informação, as ideias ficam. Talvez seja intencional.
De qualquer forma, este livro mudou realmente a minha vida.
E porquê?
Porque nunca tinha pensado em arrumar decidindo com o que ficar e não o que deitar fora. Concretamente e a pensar em usar o espaço para viver - já - os meus sonhos.
E também nunca me teria ocorrido arrumar por categorias, em vez de por divisões. Ou arrumar a roupa na vertical. Ou agradecer aos objectos e deixá-los partir mesmo, todos os que realmente não me "fazem vibrar".
O que a autora propõe é uma verdadeira transformação.
Para quem estiver à procura de uma e neste âmbito, aqui encontra sugestões diferentes do "já visto". Pelo menos para mim.
Uma ressalva para três coisas que me chocaram:
- Perceber que no Japão, apesar de as pessoas terem casas mínimas, consomem imensos objectos sem me parecer notório na obra que exista uma preocupação nos efeitos que o mega-consumo opera no planeta Terra.
- Não existir, expressa, uma real preocupação em reciclar ou dar nova vida a coisas. O deitar fora, que percebo e que faz parte do método da autora, pouco relevo dá à forma como se deita fora e sua relação com o planeta.
-Estranhar a não existência ou a pouca importância dada a palavras como Terra, Arte, Literatura.
De resto e com estas ressalvas (que me preocupam mais por ser um "best-seller"), julgo que é um livro que merece - no bom sentido - a discutível etiqueta «Auto-ajuda».
Ao contrário de algumas pessoas que escrevem e que são muito apaixonadas pela Literatura, estes livros não me ofendem nada. Se fizerem as pessoas ler, óptimo. Se fizerem as pessoas ajudarem-se, maravilhoso.
E, afinal, que mal tem a auto-ajuda e o polimento do ser e do seu ambiente?
No vídeo da autora Marie Kondo podem ver uma das coisas mais curiosas: como dobrar de forma a manter tudo visível, ocupando o mínimo de espaço possível. E sempre de forma a perder o mínimo de tempo possível. No meu caso, isso não tem preço.
Agradeço o facto de, embora não tenha percebido antes, viver numa casa que tem o dobro do espaço que eu considerava!
Esse amor, vi-o recentemente nos meus «dossiers» da Primária, onde desenhava sempre uma casa, nunca igual e nunca "normal". Aparecem de todos os tamanhos e feitios, mesmo nas páginas destinadas só a textos. Dentro das casas vivem histórias e quem habita as histórias e as casas? As pessoas.
Julgo que os nossos abrigos, mesmo para quem muda de casa frequentemente, são importantes Porque nos recebem -sempre - e aos nossos amigos. Porque nos inspiram. Porque abrigam os nossos sonhos e neles descansamos das nossas lutas e carregamos as baterias necessárias para prosseguir. Estes abrigos são para muitos uma estrada, uma rua ou um beliche. Mas essa é outra história que não esta. São abrigos. São as casas.
Assim, não foi pela forma como está escrito este livro que ele me conquistou. Uma edição talvez mais cuidada ou essa intenção por parte do autor tornaria o livro com menos páginas. Na minha opinião existe muita informação repetida, o que faz sentido quando se escreve para rádio ou televisão, mas não quando se pode voltar atrás e ler outra vez. Mas se há desperdício de páginas e informação, as ideias ficam. Talvez seja intencional.
De qualquer forma, este livro mudou realmente a minha vida.
E porquê?
Porque nunca tinha pensado em arrumar decidindo com o que ficar e não o que deitar fora. Concretamente e a pensar em usar o espaço para viver - já - os meus sonhos.
E também nunca me teria ocorrido arrumar por categorias, em vez de por divisões. Ou arrumar a roupa na vertical. Ou agradecer aos objectos e deixá-los partir mesmo, todos os que realmente não me "fazem vibrar".
O que a autora propõe é uma verdadeira transformação.
Para quem estiver à procura de uma e neste âmbito, aqui encontra sugestões diferentes do "já visto". Pelo menos para mim.
Uma ressalva para três coisas que me chocaram:
- Perceber que no Japão, apesar de as pessoas terem casas mínimas, consomem imensos objectos sem me parecer notório na obra que exista uma preocupação nos efeitos que o mega-consumo opera no planeta Terra.
- Não existir, expressa, uma real preocupação em reciclar ou dar nova vida a coisas. O deitar fora, que percebo e que faz parte do método da autora, pouco relevo dá à forma como se deita fora e sua relação com o planeta.
-Estranhar a não existência ou a pouca importância dada a palavras como Terra, Arte, Literatura.
De resto e com estas ressalvas (que me preocupam mais por ser um "best-seller"), julgo que é um livro que merece - no bom sentido - a discutível etiqueta «Auto-ajuda».
Ao contrário de algumas pessoas que escrevem e que são muito apaixonadas pela Literatura, estes livros não me ofendem nada. Se fizerem as pessoas ler, óptimo. Se fizerem as pessoas ajudarem-se, maravilhoso.
E, afinal, que mal tem a auto-ajuda e o polimento do ser e do seu ambiente?
No vídeo da autora Marie Kondo podem ver uma das coisas mais curiosas: como dobrar de forma a manter tudo visível, ocupando o mínimo de espaço possível. E sempre de forma a perder o mínimo de tempo possível. No meu caso, isso não tem preço.
Agradeço o facto de, embora não tenha percebido antes, viver numa casa que tem o dobro do espaço que eu considerava!
foto: tidymom.net
segunda-feira, 13 de julho de 2015
sexta-feira, 10 de julho de 2015
COISAS DESTE VERÃO
Inspirada por um texto que a sempre muiTO inspiradora Carla Maia de Almeida publicou, uma minha lista de trazer por casa e pelo blog:
1. A Ericeira, nos sonhos, nos pés à beira-mar, o vento feito de maresia, agreste e salgado como a vida às vezes. Azul-paraíso como a vida às vezes. A escuridão e o farol à noite na rua sozinha onde sonho sempre acompanhada.
2. Limpar coisas da vida, querer, em budês, «descartar o superficial e revelar o essencial».
3. Descobrir realmente que meditar eleva o estado de vida.Quando praticado e não em teoria. smile emoticon Descobrir isto cinco anos depois de começar a meditar.
4. A The British Library,.Ouvir lá a voz de Virginia Woolf
5. Voltar à paixão antiga pelo chá.
6. Comprar, em Camden Town, três livros do Roald Dahl em segunda mão e estar a lê-los, FINALMENTE, na língua em que foram escritos pelo amado autor.
7. Decidir que cá em casa só entram e só saem pelos canos detergentes BIO.
8. Estar mesmo a acabar VÁRIOS projectos escritos.
9. Conseguir limpar divisões em minutos, poucos minutos. As necessidades e as experiências, todas, aguçam sempre todos os engenhos.
10. Ver crescer cada vez mais exercícios de escrita criativa que vou tomando nota. Sorrir a imaginar o prazer que isso dá às pessoas.
11. Sentir, como nunca até agora, doses enormes de paixão e veneração pela/à Natureza.
12. Os esquilos, os corvos, as raposas e as rosas dos parques e quintais londrinos.
13. As saudades da quinta da infância. Saber que a quinta vive em mim sempre.
14. Lembrar as «Branduras de Agosto» que a minha avó me semeou na vida.
15. Agradecer todos os verões que tenho sempre por dentro e à flor da pele, e a poesia da vida, aos meus pais e à minha família
16. Brindar, como todos os dias, ao tesouro que são os amigos. A vida abençoou-me com eles. São tão belos os meus amigos!
17. Fawlty Towers
18. Humous
19. Chá-que-faz-sonhar
4. A The British Library,.Ouvir lá a voz de Virginia Woolf
5. Voltar à paixão antiga pelo chá.
6. Comprar, em Camden Town, três livros do Roald Dahl em segunda mão e estar a lê-los, FINALMENTE, na língua em que foram escritos pelo amado autor.
7. Decidir que cá em casa só entram e só saem pelos canos detergentes BIO.
8. Estar mesmo a acabar VÁRIOS projectos escritos.
9. Conseguir limpar divisões em minutos, poucos minutos. As necessidades e as experiências, todas, aguçam sempre todos os engenhos.
10. Ver crescer cada vez mais exercícios de escrita criativa que vou tomando nota. Sorrir a imaginar o prazer que isso dá às pessoas.
11. Sentir, como nunca até agora, doses enormes de paixão e veneração pela/à Natureza.
12. Os esquilos, os corvos, as raposas e as rosas dos parques e quintais londrinos.
13. As saudades da quinta da infância. Saber que a quinta vive em mim sempre.
14. Lembrar as «Branduras de Agosto» que a minha avó me semeou na vida.
15. Agradecer todos os verões que tenho sempre por dentro e à flor da pele, e a poesia da vida, aos meus pais e à minha família
16. Brindar, como todos os dias, ao tesouro que são os amigos. A vida abençoou-me com eles. São tão belos os meus amigos!
17. Fawlty Towers
18. Humous
19. Chá-que-faz-sonhar
QUEREMOS NOMEAR AS EMOÇÕES
jardim
memória
flor
sobre o mar
infância a arder
que transpira
uma força inabalável.
jardim
memória
flor
sobre o mar
infância a arder
que transpira
uma força inabalável.
PS: Não me sinto mais velha, sinto-me antiga.
wink emoticon
wink emoticon
quarta-feira, 8 de julho de 2015
DEZ DESTAS POR DIA, NEM SABE O BEM QUE LHE FAZIA
*Consultar especialistas e não «Ioga victims», ortodoxos e que na realidade só pretendem ganhar dinheiro com algo que não dominam. Consultar o médico, pois há vários tipos de Ioga e há pessoas com lesões que, se encontram o chamado «charlatão» do Ioga podem, em vez de fazer melhor, piorar.
RECEITAS: a sopa-rainha cá do burgo.
Até hoje, toda a gente que a prova repete e depois repete em casa. "On and on".
E partilha à mesa ruídos verdadeiros de prazer autêntico. Se não é a sopa da felicidade, bem que podia ser.
Incrivelmente saudável devido aos nutrientes (investiguem!!), muito gulosa e que sacia imediatamente.
Todas as tigelas que se seguem à primeira são...ganância ;)
Misturei a receita de uma amiga, com o talento de um CHEF que só exerce para os amigos o seu enorme talento para a Arte de saborear e rir e, como a criatividade é um tique nervoso, claro que inventei. Sobretudo no alho, na quantidade.
PREFIRAM LEGUMES BIO, há muitos mercados ainda desconhecidos (vou divulgá-los após experiência aqui - e em breve, se ajudarmos, os preços vão - TÊM - que descer.
Ora então, aqui está a estrela da nossa rua:
SOPA DE CENOURA, ABÓBORA E BATATA DOCE
Para quatro pessoas que querem e vão repetir:
4/5 cenouras
1 pedaço médio de abóbora
5 dentes de alho
1 corgete
2/3 batatas-doce médias/grandes
Natas (soja, de pref.)
Pimenta preta moída na hora.
Ervas aromáticas a gosto (opcional) - normalmente ponho apenas ervas de "Provence" e muito poucas antes da varinha, para um sabor menos complexo.
Cobrem-se os legumes de água até estarem cozidos e...varinha neles.
É importante insistir aqui para ficar realmente um creeeeme!
Cuidados com os olhos, há quem use óculos escuros nesta parte e eu aprovo.
(é muito triste ficar quase cego por causa de uma sopa).
BOM...
Aconselho a colocarem o mínimo de sal e depois quem quiser acrescenta.
Depois do creme conseguido, em lume baixo, acrescentar um fio de azeite e deixar cozer mais um pouco.
SERVIR com um fio de natas e pimenta moída na hora.
Jantar isto é...uma maravilha.
E partilha à mesa ruídos verdadeiros de prazer autêntico. Se não é a sopa da felicidade, bem que podia ser.
Incrivelmente saudável devido aos nutrientes (investiguem!!), muito gulosa e que sacia imediatamente.
Todas as tigelas que se seguem à primeira são...ganância ;)
Misturei a receita de uma amiga, com o talento de um CHEF que só exerce para os amigos o seu enorme talento para a Arte de saborear e rir e, como a criatividade é um tique nervoso, claro que inventei. Sobretudo no alho, na quantidade.
PREFIRAM LEGUMES BIO, há muitos mercados ainda desconhecidos (vou divulgá-los após experiência aqui - e em breve, se ajudarmos, os preços vão - TÊM - que descer.
Ora então, aqui está a estrela da nossa rua:
SOPA DE CENOURA, ABÓBORA E BATATA DOCE
Para quatro pessoas que querem e vão repetir:
4/5 cenouras
1 pedaço médio de abóbora
5 dentes de alho
1 corgete
2/3 batatas-doce médias/grandes
Natas (soja, de pref.)
Pimenta preta moída na hora.
Ervas aromáticas a gosto (opcional) - normalmente ponho apenas ervas de "Provence" e muito poucas antes da varinha, para um sabor menos complexo.
Cobrem-se os legumes de água até estarem cozidos e...varinha neles.
É importante insistir aqui para ficar realmente um creeeeme!
Cuidados com os olhos, há quem use óculos escuros nesta parte e eu aprovo.
(é muito triste ficar quase cego por causa de uma sopa).
BOM...
Aconselho a colocarem o mínimo de sal e depois quem quiser acrescenta.
Depois do creme conseguido, em lume baixo, acrescentar um fio de azeite e deixar cozer mais um pouco.
SERVIR com um fio de natas e pimenta moída na hora.
Jantar isto é...uma maravilha.
terça-feira, 7 de julho de 2015
8 HIDDEN TOXINS: WHAT’S LURKING IN YOUR CLEANING PRODUCTS? by Jessie Shool
Read her complete review HERE.
Lê o artigo completo AQUI.
«We assume they are safe. But in fact, many popular household cleaners are dangerously toxic. Learn about the eight scariest substances hiding under your kitchen sink, and how to replace them with safer, more natural options that really work.
Lê o artigo completo AQUI.
«We assume they are safe. But in fact, many popular household cleaners are dangerously toxic. Learn about the eight scariest substances hiding under your kitchen sink, and how to replace them with safer, more natural options that really work.
The average household contains about 62 toxic chemicals, say
environmental experts. We’re exposed to them routinely — from the phthalates in
synthetic fragrances to the noxious fumes in oven cleaners. Ingredients in
common household products have been linked to asthma, cancer, reproductive
disorders, hormone disruption and neurotoxicity.
Manufacturers argue that in small amounts these toxic
ingredients aren’t likely to be a problem, but when we’re exposed to them
routinely, and in combinations that haven’t been studied, it’s impossible to
accurately gauge the risks. While a few products cause immediate reactions from
acute exposure (headaches from fumes, skin burns from accidental contact),
different problems arise with repeated contact. Chronic exposure adds to the
body’s “toxic burden” — the number of chemicals stored in its tissues at a
given time.
(...)
1. PHTHALATES
2. PERCHLOROETHYLENE OR “PERC”
3. TRICLOSAN
4. QUARTERNARY AMMONIUM COMPOUNDS, OR “QUATS”
5. BUTOXYETHANOL
6. AMMONIA
7. CHLORINE
8. SODIUM HYDROXIDE
«Se não conseguir ouvir a voz do camponês em tudo o que faz, então o que está a fazer, está mal.» Anita Roddick, fundadora da Body Shop
Anita Roddick
23 October 1942 – 10 September 2007
Uma mulher e uma história que sempre me inspirou. Em Portugal começou o burburinho em massa das experiências com animais. Para mim e para muitos da minha geração, foi com esta mulher.
«I was born in Littlehampton in 1942. As the child of an Italian immigrant couple in an English seaside town, I was a natural outsider, and I was drawn to other outsiders and rebels. James Dean was my schoolgirl idol. I also had a strong sense of moral outrage, which was awakened when I found a book about the Holocaust at the age of ten. I trained as a teacher but an educational opportunity on a kibbutz in Israel eventually turned into an extended working trip around the world. Soon after I got back to England, my mother introduced me to a young Scotsman named Gordon Roddick. Our bond was instant. Together we opened first a restaurant, and then a hotel in Littlehampton. We married in 1970, me with a baby on my back and another in my belly.
23 October 1942 – 10 September 2007
Uma mulher e uma história que sempre me inspirou. Em Portugal começou o burburinho em massa das experiências com animais. Para mim e para muitos da minha geração, foi com esta mulher.
«I was born in Littlehampton in 1942. As the child of an Italian immigrant couple in an English seaside town, I was a natural outsider, and I was drawn to other outsiders and rebels. James Dean was my schoolgirl idol. I also had a strong sense of moral outrage, which was awakened when I found a book about the Holocaust at the age of ten. I trained as a teacher but an educational opportunity on a kibbutz in Israel eventually turned into an extended working trip around the world. Soon after I got back to England, my mother introduced me to a young Scotsman named Gordon Roddick. Our bond was instant. Together we opened first a restaurant, and then a hotel in Littlehampton. We married in 1970, me with a baby on my back and another in my belly.
I started The Body Shop in 1976 simply to create a livelihood for myself and my two daughters, while my husband, Gordon, was trekking across the Americas. I had no training or experience and my only business acumen was Gordon’s advice to take sales of £300 a week. Nobody talks of entrepreneurship as survival, but that's exactly what it is and what nurtures creative thinking. Running that first shop taught me business is not financial science, it’s about trading: buying and selling. It’s about creating a product or service so good that people will pay for it. Now 30 years on The Body Shop is a multi local business with over 2.045 stores serving over 77 million customers in 51 different markets in 25 different languages and across 12 time zones. And I haven’t a clue how we got here!
It wasn’t only economic necessity that inspired the birth of The Body Shop. My early travels had given me a wealth of experience. I had spent time in farming and fishing communities with pre-industrial peoples, and been exposed to body rituals of women from all over the world. Also the frugality that my mother exercised during the war years made me question retail conventions. Why waste a container when you can refill it? And why buy more of something than you can use? We behaved as she did in the Second World War, we reused everything, we refilled everything and we recycled all we could. The foundation of The Body Shop's environmental activism was born out of ideas like these...»
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De onde vem o meu crescente amor à Natureza
Um texto.
A minha avó acordou-me.
Essa mulher que é agora velha e de ar frágil como o dia que lhe adoça os contornos de linhas ainda direitas. Uma menina que se ri para o dia, sempre, mesmo depois de tantas vezes a vida não lhe ter sorrido nem de dia nem de noite.
Ela é hoje alegre e as memórias de «quando era rapariga» são tão naturais como as palavras só dela, que usa, que se lhe colaram às coisas que vê e que sente. Palavras que nunca mais ouviu dizer e que não consegue deixar de dizer, como o sabor de certas ervas apanhadas com as suas mãos, ervas fritas com azeite e ovo ou sem eles, como os almoços e jantares de pão com uvas e pão com figos secos, que levava nos bolsos para almoçar no campo de sol impiedoso.
E eu, com o espanto que se agarrou a mim quando nasci, recebo essa beleza toda que me enche a vida das planícies onde ela amou, que me foram crescendo por dentro como canções gigantes cheias de significados que não se podem dizer.
A minha avó acordou-me ontem. As duas na cidade. Abriu as cortinas e sorriu feliz. O tempo estava nublado, no pico de Agosto e eu estranhei.
Ela disse: «Branduras de Agosto...».
Eu perguntei, incrédula, já à espera assim de algo bem dela e do seu Sul:
«- O quê?»
«-São estas manhãs lindas» - disse ela. São Branduras de Agosto, esta névoa clara e fresca. Tempo de amadurarem os figos...
A minha avó chama-se Daniela. Tem oitenta anos e é uma menina. Sabe muito sobre a Natureza e sobre a beleza das coisas simples.
Ontem, acordámos as duas na cidade. Cheias de "campo" ou espaço dentro de nós.
«Branduras de Agosto...»
F.
A minha avó acordou-me.
Essa mulher que é agora velha e de ar frágil como o dia que lhe adoça os contornos de linhas ainda direitas. Uma menina que se ri para o dia, sempre, mesmo depois de tantas vezes a vida não lhe ter sorrido nem de dia nem de noite.
Ela é hoje alegre e as memórias de «quando era rapariga» são tão naturais como as palavras só dela, que usa, que se lhe colaram às coisas que vê e que sente. Palavras que nunca mais ouviu dizer e que não consegue deixar de dizer, como o sabor de certas ervas apanhadas com as suas mãos, ervas fritas com azeite e ovo ou sem eles, como os almoços e jantares de pão com uvas e pão com figos secos, que levava nos bolsos para almoçar no campo de sol impiedoso.
E eu, com o espanto que se agarrou a mim quando nasci, recebo essa beleza toda que me enche a vida das planícies onde ela amou, que me foram crescendo por dentro como canções gigantes cheias de significados que não se podem dizer.
A minha avó acordou-me ontem. As duas na cidade. Abriu as cortinas e sorriu feliz. O tempo estava nublado, no pico de Agosto e eu estranhei.
Ela disse: «Branduras de Agosto...».
Eu perguntei, incrédula, já à espera assim de algo bem dela e do seu Sul:
«- O quê?»
«-São estas manhãs lindas» - disse ela. São Branduras de Agosto, esta névoa clara e fresca. Tempo de amadurarem os figos...
A minha avó chama-se Daniela. Tem oitenta anos e é uma menina. Sabe muito sobre a Natureza e sobre a beleza das coisas simples.
Ontem, acordámos as duas na cidade. Cheias de "campo" ou espaço dentro de nós.
«Branduras de Agosto...»
F.
domingo, 5 de julho de 2015
INQUIETAÇÃO OU DE REPENTE DESPERTAR - estudo de Annie Leonard
O que sempre me inquietou, sempre que voltava do mundo fabuloso da Literatura, é neste vídeo objecto de um estudo sério.
Costumava, ainda muito jovem, imaginar o mundo como uma bola em que se empurravam sanitas, latas, chaminés, pacotes de snacks que nunca antes tinha precisado, garrafas de plástico, água contaminada e peixes de olhos aflitos entre cotonetes nos oceanos. Depois os pesticidas e o mundo da carne para as massas, com as massas. E o cheiro dos "Fairy" do mundo inteiro concentrados nas minhas narinas, nos pulmões do mundo em cada minuto que eu lavava a loiça.
Arregalou-se-me a alma.
Quando se sabem e se sentem algumas coisas, mesmo que se saiba pouco e se sinta muito, começa um caminho qualquer.
Annie Leonard "explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica o planeta".
O sítio em linha, www.storyofstuff.com
Costumava, ainda muito jovem, imaginar o mundo como uma bola em que se empurravam sanitas, latas, chaminés, pacotes de snacks que nunca antes tinha precisado, garrafas de plástico, água contaminada e peixes de olhos aflitos entre cotonetes nos oceanos. Depois os pesticidas e o mundo da carne para as massas, com as massas. E o cheiro dos "Fairy" do mundo inteiro concentrados nas minhas narinas, nos pulmões do mundo em cada minuto que eu lavava a loiça.
Arregalou-se-me a alma.
Quando se sabem e se sentem algumas coisas, mesmo que se saiba pouco e se sinta muito, começa um caminho qualquer.
Annie Leonard "explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica o planeta".
O sítio em linha, www.storyofstuff.com
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