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Earthing: Sonho e Acção ON
SONHAR. DETERMINAR.TOMAR ACÇÃO. MUDAR O MUNDO. SALVAR O PLANETA. CUIDAR DO CORPO E DA ALMA.
domingo, 11 de agosto de 2024
quinta-feira, 28 de novembro de 2019
quarta-feira, 22 de julho de 2015
OS «MUST HAVE» CÁ DE CASA ou coisas que gosto de ter e que servem para quase tudo
- Laranjas
- Mel
- Limão
- Curcuma (Turmeric)
- Salsa
- Óleo de Côco
- Pasta de Sésamo
- Levedura de Cerveja
- Sementes de Chia
- Chá verde e outros
- Iogurte
- Arroz integral
- Aveia
- Gomásio
- Humous
- Malagueta verde
- Legumes vários, cores várias, fruta, pão, massa e (pouco) peixe.
- Bicarbonato de sódio
- Sabão azul e branco -clássico, barra enorme
- Óleo essencial de Alfazema
- Óleo de cedro
sexta-feira, 17 de julho de 2015
ÁRVORE: CARVALHO
«O
carvalho-português, também conhecido por carvalho-cerquinho, é uma árvore que
pode alcançar um grande porte, atingindo até 25 m altura. É uma espécie
marcescente, que perde grande parte das suas folhas no Outono e Inverno, embora
os indivíduos ou rebentos jovens conservem frequentemente folhas verdes durante
este período. Na Primavera reconstitui a sua folhagem e floresce (Abril-Maio).
Os frutos são bolotas, como em todas as espécies de carvalhos, que amadurecem e
caem no Outono (Setembro-Outubro).
Ocorre na região mediterrânica ocidental,
estando presente na maior parte da Península Ibérica, excepto no noroeste.
Existem três subespécies de carvalho-português em Portugal continental,
nomeadamente o Quercus faginea broteroi(que ocorre predominantemente no litoral
Oeste Centro e Sul do país), o Q. f. faginea (norte e centro interior) e o Q.
f. alpestris (Barrocal Algarvio). O carvalho-português dá-se em todo o tipo de
solos e as diferentes subespécies ocorrem quer em climas suaves e húmidos de
influência oceânica, como em climas continentais com fortes contrastes de
temperatura e humidade. Pode ser encontrado desde o nível do mar até 1900 m de
altitude.
As bolotas do carvalho-português são um bom
alimento para o gado e fornecem alimento para um grande número de animais
durante o Outono e Inverno. A sua madeira é boa para a construção, e também
para lenha e carvão. Os bugalhos (provocados pela picada de um insecto do
géneroCynips) são usados para extracção de taninos, outrora bastante apreciados
na indústria de curtumes, ou utilizados em infusão com fins medicinais como
cicatrizante ou anti-séptico.».
Texto: Plantar Uma Árvore, on-line
Fotos: http://pt.forwallpaper.com/
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LIVRO
Sendo deste sempre uma apaixonada pela Literatura, gostei, desde que me conheço, também muito de casas.
Esse amor, vi-o recentemente nos meus «dossiers» da Primária, onde desenhava sempre uma casa, nunca igual e nunca "normal". Aparecem de todos os tamanhos e feitios, mesmo nas páginas destinadas só a textos. Dentro das casas vivem histórias e quem habita as histórias e as casas? As pessoas.
Julgo que os nossos abrigos, mesmo para quem muda de casa frequentemente, são importantes Porque nos recebem -sempre - e aos nossos amigos. Porque nos inspiram. Porque abrigam os nossos sonhos e neles descansamos das nossas lutas e carregamos as baterias necessárias para prosseguir. Estes abrigos são para muitos uma estrada, uma rua ou um beliche. Mas essa é outra história que não esta. São abrigos. São as casas.
Assim, não foi pela forma como está escrito este livro que ele me conquistou. Uma edição talvez mais cuidada ou essa intenção por parte do autor tornaria o livro com menos páginas. Na minha opinião existe muita informação repetida, o que faz sentido quando se escreve para rádio ou televisão, mas não quando se pode voltar atrás e ler outra vez. Mas se há desperdício de páginas e informação, as ideias ficam. Talvez seja intencional.
De qualquer forma, este livro mudou realmente a minha vida.
E porquê?
Porque nunca tinha pensado em arrumar decidindo com o que ficar e não o que deitar fora. Concretamente e a pensar em usar o espaço para viver - já - os meus sonhos.
E também nunca me teria ocorrido arrumar por categorias, em vez de por divisões. Ou arrumar a roupa na vertical. Ou agradecer aos objectos e deixá-los partir mesmo, todos os que realmente não me "fazem vibrar".
O que a autora propõe é uma verdadeira transformação.
Para quem estiver à procura de uma e neste âmbito, aqui encontra sugestões diferentes do "já visto". Pelo menos para mim.
Uma ressalva para três coisas que me chocaram:
- Perceber que no Japão, apesar de as pessoas terem casas mínimas, consomem imensos objectos sem me parecer notório na obra que exista uma preocupação nos efeitos que o mega-consumo opera no planeta Terra.
- Não existir, expressa, uma real preocupação em reciclar ou dar nova vida a coisas. O deitar fora, que percebo e que faz parte do método da autora, pouco relevo dá à forma como se deita fora e sua relação com o planeta.
-Estranhar a não existência ou a pouca importância dada a palavras como Terra, Arte, Literatura.
De resto e com estas ressalvas (que me preocupam mais por ser um "best-seller"), julgo que é um livro que merece - no bom sentido - a discutível etiqueta «Auto-ajuda».
Ao contrário de algumas pessoas que escrevem e que são muito apaixonadas pela Literatura, estes livros não me ofendem nada. Se fizerem as pessoas ler, óptimo. Se fizerem as pessoas ajudarem-se, maravilhoso.
E, afinal, que mal tem a auto-ajuda e o polimento do ser e do seu ambiente?
No vídeo da autora Marie Kondo podem ver uma das coisas mais curiosas: como dobrar de forma a manter tudo visível, ocupando o mínimo de espaço possível. E sempre de forma a perder o mínimo de tempo possível. No meu caso, isso não tem preço.
Agradeço o facto de, embora não tenha percebido antes, viver numa casa que tem o dobro do espaço que eu considerava!
Esse amor, vi-o recentemente nos meus «dossiers» da Primária, onde desenhava sempre uma casa, nunca igual e nunca "normal". Aparecem de todos os tamanhos e feitios, mesmo nas páginas destinadas só a textos. Dentro das casas vivem histórias e quem habita as histórias e as casas? As pessoas.
Julgo que os nossos abrigos, mesmo para quem muda de casa frequentemente, são importantes Porque nos recebem -sempre - e aos nossos amigos. Porque nos inspiram. Porque abrigam os nossos sonhos e neles descansamos das nossas lutas e carregamos as baterias necessárias para prosseguir. Estes abrigos são para muitos uma estrada, uma rua ou um beliche. Mas essa é outra história que não esta. São abrigos. São as casas.
Assim, não foi pela forma como está escrito este livro que ele me conquistou. Uma edição talvez mais cuidada ou essa intenção por parte do autor tornaria o livro com menos páginas. Na minha opinião existe muita informação repetida, o que faz sentido quando se escreve para rádio ou televisão, mas não quando se pode voltar atrás e ler outra vez. Mas se há desperdício de páginas e informação, as ideias ficam. Talvez seja intencional.
De qualquer forma, este livro mudou realmente a minha vida.
E porquê?
Porque nunca tinha pensado em arrumar decidindo com o que ficar e não o que deitar fora. Concretamente e a pensar em usar o espaço para viver - já - os meus sonhos.
E também nunca me teria ocorrido arrumar por categorias, em vez de por divisões. Ou arrumar a roupa na vertical. Ou agradecer aos objectos e deixá-los partir mesmo, todos os que realmente não me "fazem vibrar".
O que a autora propõe é uma verdadeira transformação.
Para quem estiver à procura de uma e neste âmbito, aqui encontra sugestões diferentes do "já visto". Pelo menos para mim.
Uma ressalva para três coisas que me chocaram:
- Perceber que no Japão, apesar de as pessoas terem casas mínimas, consomem imensos objectos sem me parecer notório na obra que exista uma preocupação nos efeitos que o mega-consumo opera no planeta Terra.
- Não existir, expressa, uma real preocupação em reciclar ou dar nova vida a coisas. O deitar fora, que percebo e que faz parte do método da autora, pouco relevo dá à forma como se deita fora e sua relação com o planeta.
-Estranhar a não existência ou a pouca importância dada a palavras como Terra, Arte, Literatura.
De resto e com estas ressalvas (que me preocupam mais por ser um "best-seller"), julgo que é um livro que merece - no bom sentido - a discutível etiqueta «Auto-ajuda».
Ao contrário de algumas pessoas que escrevem e que são muito apaixonadas pela Literatura, estes livros não me ofendem nada. Se fizerem as pessoas ler, óptimo. Se fizerem as pessoas ajudarem-se, maravilhoso.
E, afinal, que mal tem a auto-ajuda e o polimento do ser e do seu ambiente?
No vídeo da autora Marie Kondo podem ver uma das coisas mais curiosas: como dobrar de forma a manter tudo visível, ocupando o mínimo de espaço possível. E sempre de forma a perder o mínimo de tempo possível. No meu caso, isso não tem preço.
Agradeço o facto de, embora não tenha percebido antes, viver numa casa que tem o dobro do espaço que eu considerava!
foto: tidymom.net
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